Páginas

sábado, 13 de abril de 2013

Dia do Beijo 2013

Os dedinhos reproduzem uma cena famosa, protagonizada ao final da Segunda Guerra

Não se sabe ao certo a origem da data, mas uma das versões mais populares conta que o Dia do Beijo surgiu por conta de um italiano. Enrique Porchelo, beijava todas as mulheres de sua vila, não importava se eram casadas ou solteiras. Muito contrariado com a situação, em 13 de abril de 1882, um padre local teria oferecido moedas de ouro a todas as donzelas que ainda não haviam beijado o tal  homem. O problema é que nenhuma apareceu e, reza a lenda que o tesouro está escondido em algum lugar da Itália até hoje. 


Um dos beijos mais famosos da vida real: sem nunca terem se visto,  marinheiro e enfermeira se beijam em comemoração à rendição japonesa
Com ou sem essa história, a verdade é que beijo é muito bom. Ou, ao menos, para a maioria das pessoas. Eu mesma achava que devia ser um consenso - como alguém poderia não gostar? Mas tenho uma amiga que DETESTA (ela usa essa palavra mesmo) beijar. Ficaria até feliz se fossem só relatos de outros, mas já tive que ouvir de um paquera - no meio da pegação - que ele não gostava de beijar. 

Tipos de beijo
Como será que o autor catalogou as quase 500 formas de beijar?
Segundo o “Dossiê do Beijo", livro de Pedro Paulo Carneiro, existem 484 formas diferentes de beijar. No meio de tantas opções, estão aqueles beijos deliciosos, que nos fazem até esquecer onde estamos. Tem o beijo que é muito bom, mas tem potencial para melhorar; e tem o beijo mediano, que não é ruim, mas também não é aquela brastemp. 

A coisa se complica mesmo com os ruins de natureza, esses a gente nunca esquece. Você pode até não se lembrar dos melhores beijos da sua vida, mas os piores, ah... esses marcam. Tem beijo que o problema é meramente falta de encaixe: não importa o que você faça, os lábios não se acertam e as línguas não entram em consenso. Simplesmente não combinam. Eu até acreditava que não existia beijo ruim, que era tudo uma questão de perspectiva. Mas até a teoria da relatividade tem seus limites.

Pra começar, um clássico: aquele que acha que beijo bom é aquele que tem colocar muita língua. Muito parecido com esse, temos o "beijo acrobático": a pessoa movimenta tanto a língua e dá tantas voltas que é impossível acompanhar. E o "volta ao mundo"? A língua fica girando dentro da sua boca como se fosse uma motocicleta dentro do círculo da morte. Isso sem contar aqueles em que você é quase engolida ou que fica toda babada. Ah! Não posso esquecer o "língua parada", objeto de discussão no meu carnaval desse ano: eis que, no meio do beijo, do nada, a pessoa fica com a língua parada dentro da sua boca. Ficamos discutindo qual seria o objetivo disso... Vocês, queridos leitores, podem me mandar suas teorias?

Se alguns colocam a língua demais, não sei o que é pior. Isso ou o beijo vácuo: você vai com aquela vontade boa de beijar e não encontra nada. Fica lá, com uma língua solitária, desconcertada e sem saber direito se continua a colocar. Ou não.




0 comentários:

Postar um comentário